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WSL celebra 50 anos com campanha que destaca evolução do surfe e protagonismo brasileiro
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WSL celebra 50 anos com campanha que destaca evolução do surfe e protagonismo brasileiro

Admin Planet Wave·20 de abril de 2026·3 min de leitura

A World Surf League completa meio século de existência em 2026 e lança uma campanha comemorativa que conta a história do surfe através de três gerações de atletas brasileiros. A iniciativa reafirma o papel central do Brasil na transformação do esporte.

Cinquenta anos de ondas e revolução

Em 2026, a World Surf League completa 50 anos de existência — e escolheu celebrar essa marca com uma campanha que vai muito além de um simples tributo histórico. A iniciativa comemorativa transforma o aniversário em uma declaração sobre o futuro do esporte, usando a voz de três gerações de atletas brasileiros para contar uma história de evolução, conquista e identidade cultural.

A campanha traz as vozes de Rico de Souza, Yago Dora e Laura Raupp — três surfistas que representam épocas distintas do esporte no Brasil. Rico é o veterano que viveu a consolidação do circuito profissional; Yago é a geração atual, campeão mundial e símbolo da alta performance contemporânea; Laura representa o presente e o futuro do surfe feminino brasileiro. Juntos, eles narram uma trajetória que espelha a própria transformação da WSL ao longo de cinco décadas.

A Tempestade Brasileira que mudou tudo

Para entender o peso do protagonismo brasileiro na história da WSL, basta olhar para os últimos doze anos. Desde que Gabriel Medina conquistou seu primeiro título mundial em 2014, o Brasil acumulou oito campeonatos mundiais — um domínio estatístico que transformou o surf profissional de forma irreversível. Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora seguiram os passos de Medina, consolidando o fenômeno que a mídia internacional batizou de "The Brazilian Storm".

O impacto vai além dos títulos. A presença brasileira transformou o estilo, a estética e a cultura do surfe de alto desempenho. Manobras mais aéreas, surf mais radical, abordagem mais emotiva — elementos que os brasileiros trouxeram para o circuito e que hoje definem o padrão global da modalidade. O surfe feminino acompanhou essa evolução, com atletas como Laura Raupp, Tatiana Weston-Webb e Luana Silva ampliando a representatividade e a visibilidade das mulheres no esporte.

Uma parceria que gera impacto real

Ivan Martinho, presidente da WSL para a América Latina, define a campanha como uma tradução fiel da missão da organização: mostrar que o surf transcende a competição e gera impacto em múltiplas dimensões — cultural, social e econômico. Os dados confirmam essa visão: o evento de Saquarema gerou aproximadamente R$ 97 milhões em atividade econômica regional em 2023, transformando a pequena cidade do litoral fluminense em um destino de repercussão internacional.

Para 2026, o calendário brasileiro conta com dois eventos de destaque: o Vivo Rio Pro em Saquarema, válido pelo Championship Tour, e o Banco do Brasil São Sebastião Pro, no Challenger Series. A presença de duas etapas no país confirma o status do Brasil como um dos mercados mais importantes da WSL no mundo.

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